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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Boletim 351 - [ Jardim das Amizades... Alma 'vazia'... Caminhada... ]
























               
                




















Jardim das Amizades...
Celso Gabriel ‘Boaratti’ de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Poeta da Vida® - Querubim Poeta® - Encantador de Palavras®
Concebida em: Piracicaba-SP, 30/dezembro/2011




Eu constantemente imaginava que o meu jardim das amizades,
Seria sempre verde e viçoso no decorrer de minha existência,
Na repetição e passagem de cada estação neste viver terreno,
Fosse com a chegada do inverno, outono, primavera ou verão;

Contudo com o passar dos anos que se vive vem à compreensão,
As estações serão sempre as mesmas, é um ciclo imutável, ano após ano,
Porém o ‘jardim’ que cremos cultivar nem sempre estará verdejante,
Há adversidades, intempéries que por vezes não se espera acontecer;

Importante é entender que após tudo que tenha havido se renasce,
Mesmo que para isto o tempo seja um cobrador implacável,
Mesmo que os dias possam se revestir d’uma sensação perversa,
No final o sentimento justo, verdadeiro e sincero será o vencedor;

Contando que para isto seja preciso conviver com a dor de alguma perda,
Seja por sangrar no coração, muito mais n’alma que busca respostas,
Amizade é uma oferta livre acompanhada de infinitas emoções,
Para sobreviver precisa da permissão mútua, compartilhar valores;

E por ser assim é que o ‘jardim’ pouco a pouco ganha as suas cores,
Atitudes inesperadas, reações de cumplicidade, curiosidade, gostar,
Permissões ora instantâneas, outras com o aguardo de confirmação,
Gestos que unem as pessoas, algumas pela vida toda, até além-vida;

Convivências que carregam em si um tempo determinado e pronto,
Acontece o encontro, o conhecer, o relacionar, também o seu final,
Convivências que se transformam em ‘amor-amizade’, fusão de afinidades,
Sem explicar, sem porquês, acontece, unem as almas gêmeas, almas irmãs;

Se a vida e o viver são e será sempre um mistério que a amizade seja a luz,
Mesmo que de forma temporária as pessoas se unam e depois se separem,
Preservem consigo os bons e importantes momentos vividos de felicidade,
A meu ser e a todas as pessoas não cabem determinadas compreensões;

Cabe sim experienciar, aceitar, participar, se envolver, aprender e crescer,
Ser feliz o máximo possível, crer que há uma mão amiga, real e solidária,
Que os demais da vida e o viver, o próprio tempo ao seu tempo fará a sua parte,
Ora aproximará, ora afastará, mas manterá um elo de ligações emocionais;

As estações serão sempre as mesmas, é um ciclo imutável, ano após ano,
Importante é entender, que após tudo que tenha havido se renasce,
Seja por sangrar no coração, muito mais n’alma que busca respostas,
E por ser assim é que o ‘jardim’ pouco a pouco ganha as suas cores;

Hoje eu compreendo todas as cores do meu jardim, das minhas amizades,
As que já foram à Luz do meu caminhar, as que hoje iluminam meu caminho,
Pois, graças a cada uma destas amizades que hoje sou muito mais amor,
Por que antes eu apenas imaginava, hoje eu tenho plena convicção;

O meu jardim das amizades é sempre verde e viçoso, seja o tempo que for,
Na repetição e passagem de cada estação neste viver terreno,
Fosse com a chegada do inverno, outono, primavera ou verão,
Porque cada um que meu caminho cruzou fez a diferença que me faz hoje melhor.







































Alma 'vazia'...
Celso Gabriel ‘Boaratti’ de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Poeta da Vida® - Querubim Poeta® - Encantador de Palavras®
Concebida em: Piracicaba-SP, 17/outubro/2015




‘Acalenta-me’ como bálsamo as minhas lágrimas,
Traz-me a razão o sentido profundo da vida,
Faz que assim entenda aos teus segredos,
Não mais me firam as suspeitas n’alma;

Não tivestes a coragem das palavras para comigo,
Mas eu absorvi a clareza e a transparência das emoções,
Captei no silêncio dos teus lábios todas as entrelinhas,
Bastou-me o teu olhar, o irônico e curto sorrir;

‘Acalenta-me’ como bálsamo as minhas lágrimas,
Fazem-se agora fatais como ao som d’um fado doído,
‘Liberta-me’ as vozes do coração de tolo enamorado;

Não tivestes a coragem das palavras para comigo,
Contudo concedeu-me a razão em livre arbítrio da atitude,
Mesmo premeditado fui capaz de ofertar o meu perdão.




































Trabalho do artista plástico: Marcelo Romani Borges de Araujo



Caminhada...
Celso Gabriel ‘Boaratti’ de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Poeta da Vida® - Querubim Poeta® - Encantador de Palavras®
Concebida em: Piracicaba-SP, 18/julho/2019




Não tema a caminhada, seja ‘esta’ qual for,
Haverá percursos que trarão imenso medo,
Haverá os de plena paz e repleta harmonia,
Nem demais, nem de menos, um equilíbrio;

Não tema a caminhada, seja ‘esta’ qual for,
Não se pode e nem nos cabe ficar estático,
Viver é movimento, um aprender e crescer,
Requer coragem, contudo certa prudência;

Nem toda jornada será fácil e bem acolhida,
Bom tempo desta trajetória far-se-á solitária,
Será, pois um teste para a sua autoconfiança;

Nem toda jornada será fácil e bem acolhida,
Poucas serão as mãos amigas, ‘as’ distinguirá,
A primeira e Fiel a do Criador, após teus pais.

















                 
                 





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