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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Boletim 274 - [ Julgar precipitado... Cumprimentar... Que o amor nos acolha... ]












 Abra a 'porta' d'alma para a poesia... 
 Abra a 'porta' d'alma para a poesia...

                                                                               
























Julgar precipitado...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 08/dezembro/2017


Sim, tu que de relance viu minhas lágrimas,
Julgou-as de pronto sem saber seu motivo,
Não sabe das passagens da minha história,
E tão pouco tem obrigação de conhecê-la;

Contudo, cabe-lhe a ‘esta’, pois respeitar,
Como assim devo fazer com suas vivências,
Pode se estar a sorrir para mascarar a dor,
Pode se estar triste e mesmo assim alegre;

Quem sabe em depressão ou em solidão,
Envolto em angústia, quase em abandono,
Mesmo assim feito como rocha impávida,
Suportando a tudo, aos outros, até a ti;

Brilham os meus olhos para ver o teu brilho,
 Meu abraço, minha atenção, mesmo sem Paz,
Sem jamais lhe exigir nada que não possa dar,
Apenas a sinceridade das tuas reais emoções;

Suportar sem falar a uma rispidez, uma ofensa,
Um comentário desnecessário que faz magoar,
Ciente que não se deve devolver a pedra atirada,
Na busca plena da satisfação d’alma pela vida.























Cumprimentar...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 28/novembro/2017


As pessoas em geral não mais se cumprimentam,
Esqueceram, pois dos princípios básicos do berço,
Muitos sequer conseguem um sorrir com gentileza,
Em algum momento da trajetória escolheram falhar;

Aos pais ou responsáveis infelizmente cabe-lhes a falha,
Criam a suas 'crias' para ofertarem patadas, não palavras,
Nem para que sejam capazes de se expressar pelo mínimo,
A rudez das atitudes parece ter se 'instalada' como certo;

Caminha-se na estrada com muitos, porém na solidão,
Olha-se para os que estão ao lado, mas todos se ignoram,
Parecem preferir um temer ao outro, versem como rivais;

Triste é a perda da gentileza que deveria habitar em cada ser,
De certo 'esta' que deveria ser plena de mérito fez-se macular,
Crer no isolamento não deve ser regra sobre a integridade de caráter.























Que o amor nos acolha...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 18/novembro/2017


Por que se aproxima?
O que queres de mim?
Esperas o que não tenho?
Faz-me vasculhar a mente,
Peço-lhe, não me faz sofrer;

Fala! Diga-me a verdade,
Senão assim fico a pensar,
Isto de certo eu não quero,
Pois terei que ponderar,
Ofertar difíceis respostas;

Vou adiantando para você,
Não me peça o que não posso,
Já fui feito da ingênua alegria,
Deixei-me aprisionar da ilusão,
Acorrentei-me ao que não temo;

Se for necessário um sorrir,
Se preciso uma gargalhada,
Quem sabe um abraço
Que lhe falte na pele,
Como ‘este’ me falta;

Ouvir-te em silêncio,
Aplacar as tuas lágrimas,
Uma companhia amiga,
Para andar passo a passo,
Cá estou e pronto;

Mas já vou avisando,
Não peça o que não tenho,
Não diga querer o meu amor,
Muito menos o meu amar,
‘Este’ não posso lhe dar;

Não que eu seja egoísta,
Sabes bem que não o sou,
Precisarei de tempo,
Muito, muito tempo,
Por que preciso ‘encontrá-lo’;

Revirar meu âmago,
‘Acordar’ os sentimentos,
‘Renascer’ as emoções,
Entendê-las novamente,
Aprender a não temê-las;

Reconhecer a minha pele,
A qual nem mais a ‘visto’,
Precisarei me libertar,
Tocar-me para encontrar-me,
Acreditar no que tanto nego;

Recordar aos poucos,
As sensações esquecidas,
Outras tantas ignoradas,
Outras ainda ‘afogadas’ n’alma,
Entender e assim se permitir;

Sentir a suavidade do corpo,
Encontrar em mim a permissão,
A sutil carícia nas próprias mãos,
Esquecer então das amarguras,
Não permitir más lembranças;

Nem o torpor da saudade,
O veneno lento da solidão,
O vazio que ‘rouba’ as palavras,
O isolamento traiçoeiro que fere,
A negação da possível felicidade;

As mágoas que se dissiparam,
Que ainda precisam de perdão,
Buscam a paz não palpável,
 ‘Sorrir’ livre pelos olhos,
Recomeçar bem devagar;

Expor, quem sabe ainda rancores,
‘Alforriar-me’ de certo plenamente,
Conhecer então de ti a tua paz,
Para em teus braços descansar,
Ser então capaz de acreditar;

Libertar-me,
Consciente,
Reaprender,
A me amar,
Para lhe amar.























                                                                               

Abra a 'porta' d'alma para a poesia...
Abra a 'porta' d'alma para a poesia...




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