"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Boletim 211 - [ Amar-te... Lábios... Empatia... ]











 

              












‘Amar-te’...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 09/julho/2015


Se o mar avança e extravasa para o continente,
Porque não se podem extravasar as emoções,
‘Contar’ com palavras todos os sentimentos,
Explicar com o silêncio da noite e dos amantes;

Se o mar avança e extravasa para o continente,
Porque não ‘libertar’ todas as dores para que partam,
Recuperar todas as alegrias para que não se percam,
Refazer a vida seja a que tempo e que cor for;

Não há maior loucura do que o sabor dos teus lábios,
Não saber viver sem o calor do teu corpo e pele,
Implorar na noite a misericórdia de contigo sonhar;

Não há maior loucura do que o sabor dos teus lábios,
Assim se faça que possa para tal ser uma canção recíproca,
Não há o que me cure e nem quero deste sintoma, amar-te.











              












Lábios...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 05/outubro/2016


Carnudos,
De vermelho,
Forte,
Provocantes,
Insinuantes,
Estonteantes,
Ora perdição,
Ora paraíso,
Excitam,
Roçam,
Nos meus,
‘Roubam-me’,
A pouca
Razão.












              












Empatia...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 07/outubro/2016


Minha
pele,
‘respira’
através
da tua
pele,

Meu
‘pulsar’
não
mais
descompassa,
vive,
pois em
 harmonia
com
o teu
‘pulsar’;

Meu
sorrir
é ‘leve’,
sereno,
‘livre’,
não
cabe
falsidades,
encantou-se
do teu
sorrir;

Meus
olhos,
não mais
‘vivem’
distantes
da
meiguice
deste
teu
olhar;

Meu
corpo,
não mais
me pertence,
‘este’
Precisa
do calor
do ‘teu’,
desta
energia
que
emana
de nós
e nos
completa;

Que
jamais
voltemos
a ser
metades
perdidas,
desencontradas,
separadas,
pelo silêncio,
pela saudade,
tão pouco
pela solidão;

Sejamos,
pois
‘inteiros’
pelo bem
de nós,
pelo bem
da vida.












              







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