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sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Boletim 206 - [ Destino... Nada mais sei... Envenenei-me de ti... ]










                










Destino...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 01/setembro/2016

 Dizem que é o destino que nos ‘liberta’
Dizem, pois ‘este’ que nos ‘aprisiona’
‘Brinca’ sim de certo conosco,
Oferta e ‘rouba’ a paz d’alma;

‘Trapaceia’ com os sentimentos,
Distrai-nos através das emoções,
‘Sufoca’ com o ‘peso’ da saudade,
‘Excita-nos’ com o prazer do gostar;

Ensina ao ‘caminho’ do coração,
Também o ‘sorrir’ dos olhos,
‘Suportar’ as feridas do amar;

Faz-nos ‘ganhar’ e ‘perder’ sorrisos,
Dá-nos o sentido, a essência, a vida,
‘Ensina-nos’ a colher flores brancas.


















 

Nada mais sei...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 31/agosto/2016

 Eu ‘sangro’ n’alma em silêncio,
São minhas todas estas dores,
Como também são as lágrimas,
De certo as emoções vividas;

Só eu sei e como o que me fere,
Qual a veemência da saudade,
Qual a ‘ação e reação’ da solidão,
A ‘intensidade’ dos sentimentos;

Eu ‘sangro’ n’alma em silêncio,
‘Aprisionado’ aos pensamentos,
Sobrevivente, pois deste lenitivo;

Só eu sei e como o que me fere,
Não sei mais se ‘luto’ ou me entrego,
Deixo que o tempo e a vida decidam.



















Envenenei-me de ti...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 31/agosto/2016

 Por muito tempo imaginei e me fiz acreditar,
Não conseguiria viver sem a sua presença,
Sendo assim fiz-me um ser em abandono,
Escolhi, pois viver por você e só para você;

Por muito tempo imaginei e me fiz acreditar,
De certo fomos ‘feitos’ para ser um d’outro,
Vivenciar assim uma vida de cumplicidades,
Um gostar que dia-a-dia fosse puro amor;

Todo este real desejar apenas me pertencia,
Em você existia sim a falsidade d’um sorrir,
A doce iniciativa mascarada da vil mentira;

Todo este real desejar apenas me pertencia,
Só eu lhe amei com todas as cores e emoções,
Enquanto você me envenenava no corpo e n’alma.









                




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