"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Boletim 266 - [ Amigo violão... Maturidade... Como a palma da mão... ]























Amigo violão...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 13/novembro/2017



Na dolente solidão da noite dedilho, pois as tuas cordas,
Sussurro em ti violão no silêncio o nome de quem amei,
Busco as palavras, as emoções e os sentimentos vividos,
A melodia que não se permite ‘nascer’ d’estes meus lábios;

Habita neste o vazio da voz, o pensamento em dor n’alma,
A saudade que se faz implacável e fere no âmago do meu ser,
A janela que hoje me traz recordações não oferta o teu semblante,
Tão pouco a alva tez da tua pele, o brilho sedutor dos teus olhos;

A muito os versos abandonaram a este solitário e tolo sonhador,
Hoje as madrugadas não são mais de festas, fizeram-se martírio,
Nada mais me consola neste viver infeliz, nem meus devaneios;

A agonia que me ronda não mais me conforta, ‘esta’ rouba-me o viver,
Perdoa a este meu pinho, não devia ‘libertar’ a ti o ‘sorrir’ dos olhos,
Não tens culpa alguma, o erro é todo d’este, escolhi viver da ilusão.






















Maturidade...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 11/novembro/2017



Tive,
Raiva,
Razão,
Reação,
Reflexão,
Respeito,
Remorso,
Rancores,
Relutância,
Recomeço,
Reconsideração;

Raiva – por me enganar,
Razão – por ter certeza,
Reação – para sobreviver,
Reflexão – para compreender,
Respeito – para ofertar o que não recebi,
Remorso – pela incapacidade de poder ajudar,
Rancores – que me feriram n’alma tirando a paz,
Relutância – por não ter a plena consciência da vida,
Recomeço – por que é assim que se ‘renasce’ e cresce,
Reconsideração – por que hoje me habita a maturidade;

‘Carrego’ comigo a felicidade do espírito que sorri,
‘Liberto’ o abraço que acolhe, faço-lhe sincero,
Ouço em silêncio quem precisa ser ouvido,
Comento se este assim, pois solicitar,
Dou-lhe a chance de se expressar,
Não somatizar, pois sentimentos,
Nem tão pouco se fazer perder,
No clamor das tantas emoções,
Oferto-lhe o ombro amigo,
De certo, o bem d’alma,
A Cordialidade,
O afeto;

Não cobro,
Não exijo nada,
Faço-me como espelho,
Para que possa ver seu reflexo,
Compreender em si o máximo da vida,
Seguir adiante ‘garimpando’ o seu existir.






















Como a palma da mão...
Celso Gabriel de Toledo e Silva - CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 08/novembro/2017



'Passo' e 'levo' o teu silêncio, trago o teu sorrir,
'Carrego' assim as tuas dores e as tuas mágoas,
Percebo ainda em ti, pois os teus aborrecimentos,
Trago comigo o lenitivo que lhe oferta a paz;

Conheço a tua calmaria, como a tua tempestade,
Sei quando tuas águas está tépidas ou bravias,
Quando as emoções se confrontam com a razão,
As sensações que não vingam em sentimentos;

Sei quando precisas fingir dos outros, mas não foges de mim,
Capto o 'sorrir' dos teus olhos com a mais pura bondade,
Vivencio as tuas saudades, muito mais as tuas solidões,
Acalento-te na tristeza e 'liberto' em ti a esperança;

Não tenho amarras, vivencio de tudo um pouco,
Posso ser simples, complexa, livre, rimada, até excitante,
Ensinar as belezas, também às dores e lhe fortalecer,
Meu papel, 'tocar' em ti, na tu'alma, prazer sou a poesia.















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