"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Boletim 229 - [ Alma... Foi Deus... Alegrias há de se colher... ]






















Alma...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 12/janeiro/2016


Temos em nós uma ‘única roupa’,
Nos veste e nos despe quando necessário,
Protege-nos e se preciso nos fere,
Permite-nos a livre escolha, mas há responsabilidades;

Temos em nós uma ‘única roupa’,
‘Esta tem’ vida, oferta emoções e sentimentos,
Seja na alegria, seja na tristeza,
Um misto de sensações e desejos, mistérios em nós;

‘Segue’ ao caminho que assim se faz escolher,
Agirá ou não por que habita num corpo livre,
Mas de certo, cedo ou tarde arcará com o discernimento;

‘Segue’ ao caminho que assim se faz escolher,
Busca enquanto terrena a maturidade espiritual,
Contudo se não orientada desvirtua-se de si mesma.

























Foi Deus...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 07/janeiro/2017


Foi Deus
que me deu
todo este amor,
tantas emoções,
a intensidade
dos sentimentos;

Foi Deus
que me deu
o pranto no rosto,
a beleza do sorrir,
a magia
da existência;

Foi Deus
que me deu
o prazer do ouvir,
a sensibilidade
do apreciar
da vida;

Foi Deus
que me deu
o sol,
a lua,
a mágica
natureza;

Foi Deus
que me deu
as rosas,
as inúmeras
árvores, flores
e seus aromas;

Foi Deus
que me deu
o brilho do céu
o espaço
infinito,
a eternidade;

Foi Deus
que me deu
a sua benção
como Criador
deu-me
o Viver.

























Alegrias há de se colher...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 28/setembro/2016


Meus lábios, estes em silêncio esperam-te,
Para que assim ‘liberte’ de meu ser a solidão,
Encontre novamente o prazer das emoções,
O frenesi, pois dos sentimentos verdadeiros;

Meus lábios, estes em silêncio esperam-te,
Para não mais precisar ‘entregar-me’ a saudade,
Não mais me ‘escravizar’ d’amargas lembranças,
‘Devolver’ ao coração que pulsa tempos d’alegria;

Necessito reencontrar o sentido do viver e da Paz,
‘Saborear’ aos ‘calores’ da tua pele em minha pele,
Sentir o arrepiar de nossos corpos quando em amor;

Necessito reencontrar o sentido do viver e da Paz,
‘Brincarmos’ na chuva, ‘sonharmos’ a luz da Lua,
Ofertar-lhe meu carinho, flores, então sermos amantes.


















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