"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sábado, 2 de abril de 2016

Boletim 184 - [ Segunda chance... Amor de mentiras... Gostar mentiroso... ]





















Segunda chance...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 31/março/2016


Apesar de não mais acreditar em ti,
Eu ponderei, repensei e me permiti,
Quis ouvir ao que seus lábios tinham a dizer,
Sendo assim ofertei uma segunda chance;

Desarmei-me pelas emoções e desejos,
Pelo sincero gostar que em mim fez-se amor,
Em respeito aos nossos sentimentos e prazeres,
Para que eu não ousasse julgar-lhe em vão;

Fiz de certo pelas lágrimas em nossos olhos,
Infelizmente com o tempo eu pude entender,
As ‘minhas’ foram reais e sempre verdadeiras;

As ‘tuas’ falsas foram encenação dignas de pena,
Foi preciso impregnar-me de todas as tuas dores,
Foi necessário envenenar-me da vida para depois viver.




















Amor de mentiras...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 28/março/2016


Para que tantas mentiras?
Que benefício isto trouxe?
Feriu ao meu gostar por ti,
Perdi em mim a confiança;

Restou-nos sermos estranhos,
‘Caminhar’ por estradas solitárias,
‘Presos’ em pensamentos e emoções,
Atormentados por falsos sentimentos;

Tanto pensei que havia o puro gostar,
Assim parecia ser, compartilhado,
Um amor que enfrentava ao viver;

Enganou-me e eu sentia, mas negava,
Envenenou-me no coração, depois n’alma.
Para me salvar preferi ‘morrer’ em vida.




















Gostar mentiroso...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 26/março/2016


Junto ao companheiro silêncio chamado noite,
Lembro-me das tuas falsas promessas d’amor,
Das poucas vezes que pude estar em teus braços,
Daqueles poucos beijos que recebi de teus lábios;

No começo eras como um mar em serenidade,
Contudo, pouco a pouco fui conhecendo a tormenta,
A revolta que nos afastava lentamente do gostar,
Quanto ‘nadei’ contra a correnteza e morri na praia;

Esperava a tua mão como salvaguarda, quanta ilusão,
Fazia-se cada vez mais distante, insensível e vago,
Desculpas e mais desculpas, enquanto eu lhe esperava;

Do pouco que lhe prometi foi meu gostar verdadeiro,
Nem isto fora capaz de me ofertar, nem compartilhar,
Para não mais sofrer tirei-te d’alma e sangrei meu coração.













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