"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Boletim 194 - [ Antes... Feliz contigo... Ternura... ]






















Antes...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 03/junho/2016



Meu corpo que antes era feito tempestade,
Em tuas mãos fez-se calmaria, suave garoa,
Trouxeste-me a paz que já não mais conhecia,
Deste-me a alforria da saudade e da solidão;

Devolveste aos meus tristes olhos o brilho escondido,
A minha esquecida pele a maciez que nem eu sentia,
O prazer dos desejos e das sensações compartilhadas,
O vigor e magia das emoções e dos sentimentos;

Meu corpo que antes era feito tempestade,
‘Desarmou-se’ para as carícias e afagos teus,
Fiz-me sem perceber um ser agora completo;

Devolveste aos meus tristes olhos o brilho escondido,
Somos simbiose, muito mais, almas em pura harmonia,
Metades que antes separadas não conheciam ao amor.




















Feliz contigo...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 27/maio/2016



Meu sorriso só é feliz contigo,
Em ti eu encontro tudo o que preciso,
A começar do teu terno abraço,
Pelas carícias plenas ou no afago;

Meu sorriso só é feliz contigo,
Em nós bastam os olhares,
Não precisamos das palavras,
‘Falamos’ através de nossas peles;

Meu corpo se completa no teu,
A paz que há em ti reflete em mim,
Meus lábios se ‘casam’ no prazer dos teus;

Meu corpo se completa no teu,
És a luz dos meus dias, mesmo na dor,
Somos namorados, amantes, pura paixão.


















Trabalho da artista plástica: Denise Storer

‘P-O-E-M-A-G-E-M: poesia que ‘nasce’ da imagem...’

Ternura...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 22/maio/2016



Como é tão sublime ‘viajar’ no emotivo d’alma através d’uma atitude terna,
Uma carícia, um toque assim mais próximo, afetivo, quase íntimo das peles,
O ‘libertar’ de receios, a permissão mútua d’um conhecer mais transparente,
Ouvir e ser ouvido, contemplar ou ser contemplado, fazer-se mero mortal;

Expor-se por igual, sem os tabus que nos ‘cobre’ e até nos ofende aos olhos,
Estar sim apenas ‘vestidos’ da pele que o Criador nos ofertou neste viver,
Compartilhar sentimentos e emoções em gestos suaves, quase angelicais,
Fazer-se parte integrante da essência do tempo que nos dá a vida plena;

Ouvir na calma aos sons que compõem a nossa existência e tão esquecidos,
‘Captar’, pois ao movimento das folhas ‘sopradas’ pela leveza do vento,
Sentir nos ouvidos ao cantar dos pássaros, as suas melodias de liberdade;

Relaxar e se esquecer da agitação que nos consome sem que se perceba,
Apenas sentir aos movimentos, aos afagos, a meiguice do calor das peles,
‘Alimentar-se’ do respirar um d’outro, da sua própria essência, da sua ternura.












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