"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sexta-feira, 13 de maio de 2016

Boletim 190 - [ Que outro amor em cantaria... Gesto puro... Colo 'seguro'... ]



























Que outro amor eu cantaria...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 10/maio/2016



Meus olhos se envolvem d’uma alegria quando minh’alma se ‘abraça’ da tua,
Deste tempo tão ínfimo entre nós, mas que se faz eterno nos pensamentos,
Um desejo que não se faz perder nem na distância que o tempo nos obriga,
Sensações fortes, emoções estas tão vivas que sobrepõem a qualquer saudade;

Atitudes recíprocas que não se explicam, acontecem na caminhada do viver,
Sentimentos que trazemos juntos no prosseguir deste aprendizado terreno,
Quem sabe histórias inacabadas ou escolhidas para um iniciar verdadeiro,
Envolvimento que não precisa de nós nenhuma palavra, apenas sutis olhares;

Gestos em perfeita harmonia, toques e afagos que nos ‘fala’ no calor da pele,
Oferta-nos, pois, a felicidade que contagia, ‘aquece’ ao peito que se emociona,
Não nos cabe o vazio da vida, tão pouco a solidão que apenas fere em desamor;

Vivemos quase um amor alucinado, uma mescla de envolvimentos sublimes,
Sabemos que cada qual foi forjado para ser a metade um d‘outro, forte paixão,
Sendo assim confesso a ti, que outro amor eu cantaria, se a teu lado completo-me.























Gesto puro...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 09/maio/2016


Em vão são os meus desejos,
Cantos solitários sem consolo,
Espera insistente feita de vazios,
Esquecidos sentimentos pela vida;

Em vão são os meus desejos,
Fragmentos d’algumas emoções,
Resultado de solidões e saudades,
Cicatrizes que ferem e não se curam;

Nem mar, nem fonte, apenas água morta,
Tristezas que clamam um pouco d’alegria,
Um tempo mínimo que seja então de paz;

Nem mar, nem fonte, apenas água morta,
Gotas de orvalho em discretas lágrimas,
A espera d’um gesto puro como um raio de sol.






















‘P-O-E-M-A-G-E-M: poesia que ‘nasce’ da imagem...’

‘Colo’ seguro...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 07/maio/2016


Adormeço sereno em teu colo, no calor de teu corpo,
Seguro e ‘acolhido’ me faço na suavidade dos teus afagos,
Sei sim, estar ‘solto’ e ‘liberto’ de medos e do passado,
Pleno em meu gostar por ti, em nosso amor amante;

Adormeço sereno em teu colo, no calor de teu corpo,
Contempla-nos as emoções e os sentimentos em paz,
Despimo-nos de nossas falsas peles para sermos puros,
Sou feito a pele da tua pele e tu a pele da minha pele;

Somos a simbiose d’almas que se respeitam e se veneram,
Fazem-se unidas não apenas no prazer profano dito da carne,
Somos um ao olho d’outro, a voz e a coragem do viver;

Somos a simbiose d’almas que se respeitam e se veneram,
Somos tal qual um porto e um veleiro, ambos se aguardam,
Saciar a solidão, a falta de nossos beijos como água do mar. 

















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