"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Boletim 170 - [ Escura noite... Olhos de minh'alma... Dividido mundo... ]









          










Escura noite...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 08/dezembro/2015


Entre as nuvens da noite esconde-se a luz da lua,
Proíbem ‘estas’ ao gostar envolvente dos enamorados,
Não ofertam as sombras que ‘aconchegam’ carícias,
Tão pouco a volúpia das emoções e das sensações;

Entre as nuvens da noite esconde-se a luz da lua,
Nem as estrelas se manifestam com seu brilho de paz,
Esperam a benevolência do vento para que as sopre,
‘Liberte’ assim o luar para que o amor se manifeste;

Traga de volta a magia dos corações e o sonhar d’alma,
Beijos alucinantes, apaixonados, excitantes e prazerosos,
O brilho d’olhos pelo mesmo prazer, corpos em comunhão;

Traga de volta a magia dos corações e o sonhar d’alma,
Para que as peles se amem em alvoroço e sem pressa,
Ofertem-se então os pingos da chuva para que a vida e a noite brilhe.










          










Olhos de minh’alma...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 16/dezembro/2015


Seduzem-me...
Estes teus lábios,
Tua tez morena,
Estes cabelos que me excita;

O teu corpo...
Que o meu tanto clama,
A tua pele...
Que me inebria e entontece;

A falta do teu abraço,
O calor que de ti emana,
O desejo e as sensações;

A falta do teu abraço,
Enlouquece-me sem trégua,
Alucina-me no vazio das noites.










          










Dividido mundo...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 21/dezembro/2015


Atualizado, globalizado, moderno e informatizado,
Carente, egoísta, vazio, violento e desumanizado,
Ora a muito custo respeitado, ora quase aniquilado,
Por alguns abençoado, por muitos se faz ignorado;

Faz-se habitado por uma minoria de coração humano,
Seguido pela frieza das emoções como desumano,
De certo voltado para a inversão de valores, incoerente,
Mas ainda também não totalmente perdido, prudente;

Por poucos é sentido e considerado como relevante,
Por muitos visto e transformado como insignificante,
Planeta tão sofrido, hoje repleto de vidas descrentes;

Porém, mesmo assim ainda faz-se insistente e confiante,
‘Caminha’ firme na busca pelo puro amor feito ‘nascente’,
Para que se possa devolver a cada qual a Fé e nos faça conscientes.










          




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