"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Boletim 147 - [ Sarau de 'magias'... Dor... Invertidos valores... Não mais lhe visto... Última palavra... ]










 













Sarau de ‘magias’...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 15/julho/2015




Entre murmurinhos, risos, risadas e visível expectativa,
Sons de flauta, tambor, violão e vozes afinadas ecoam,
Complementada, pois no cantar de gansos no lago,
Fez-se assim a noite mais bela e de certo com mais vida;

Fez-se assim a noite mais bela e de certo com mais vida,
‘Viva’ sim de fato, reluzente alvoroço de pessoas alegres,
‘Repletas’ d’uma união, afeto e carinho compartilhado,
Todas motivadas e envolvidas por um mesmo desejo;

Todas motivadas e envolvidas por um mesmo desejo,
Reunir-se para ora falar, ora ouvir um pouquinho de tudo,
Homenagear de forma justa a quem já partiu e não se esquece,
Homenagear com galhardia a quem se faz presente e faz mérito;

Homenagear com galhardia a quem se faz presente e faz mérito,
No aconchego de aplausos, de sentimentos e do calor humano,
Na leitura de versos, também rimas que ‘ecoam’ aqui e acolá,
Mantendo constante e ‘acesa’ a magia que une as pessoas, poesia.










 
















Dor...
[ Dueto ]
Jeferson Jardel
e
Celso Gabriel de Toledo e Silva - CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida entre: Triunfo e Piracicaba, 14/julho/2015




No peito desabrocha a dor,
Que a muito já se faz triste morada,
Desta vida mixórdia e aflita,
Confunde-me sem piedade razão e emoção,
Cansado, ainda equilibra-me o fervor,
Como suplica por minha deseja paz,
D'este tirano amor anarquista;

Atraído por elegante teatro,
Onde interpreto sem fim ao passado,
'Dele' tornei-me protagonista,
Perdi-me na saudade e na solidão,
Há tempos muito idolatro,
Não sei se por raiva ou por perdão,
Esse enredo individualista;

Grita o órgão desgovernado,
Descompassado coração a bater,
És servo de paixão e flama,
Contudo fiel escravo de si mesmo,
Pulsando, mas já triturado,
Crucificado n'alma sem o teu gostar.
Fecha-se as cortinas, acaba o drama.















 




















Invertidos valores...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 14/julho/2015




Vive-se, de certo,
Num tempo,
Onde,
Para muitos,
Demonstrar carinho,
É como,
Se a pessoa,
Cometesse um crime;

Faz-se um afronto,
Ofertar uma emoção,
Um abraço que seja,
Um apertar de mão,
Pior ainda,
Dizer-lhe,
Gosto muito de você,
Como se isto fosse uma blasfêmia;

Contudo,
O que nos salva,
É que há pessoas verdadeiras,
Que buscam pelo carinho,
Que almejam e ofertam emoção,
Que possuem dentro de si,
Sentimentos que as fazem vivas,
E ainda verdadeiramente humanas.















 




















Não mais lhe ‘visto’...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 10/julho/2015




Você não é mais a verdade que eu tanto ‘vesti’,
Fez-se poeira que o vento soprou de meus olhos,
Água revolta que limpou ao meu corpo com vigor,
O punhal que cerceou de mim todo o teu mal;

Você não é mais a verdade que eu tanto ‘vesti’,
O tempo retirou de ti a máscara das tuas mentiras,
Fez-me ver a tua falsidade, ‘libertar-me’ de vez,
Secar todas as lágrimas, nenhuma mais me ferirá;

Hoje brilham aos meus olhos, ‘renasceu’ a paz,
Devolveu-me o sentido do gostar sincero e puro,
Libertaram d’alma as saudades, as solidões, o silêncio;

Hoje brilham aos meus olhos, ‘renasceu’ a paz,
Minha pele almeja a felicidade d’outra por carícias,
Certamente seremos merecedores do mesmo amor.















 




















Última palavra...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 12/julho/2015




Uma última palavra,
Tudo se acaba aqui,
Não há chance de volta,
Será de certo adeus;

Uma última palavra,
Não mais haverá beijos,
Nenhuma carícia sequer,
Caminhos serão diferentes;

Não há o que nos acusar,
Tão pouco apontar erros,
Falhamos por imaturidade;

Não há o que nos acusar,
Seja respeito e sinceridade,
Ofertemos a mesma palavra, perdão.















 










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