"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Boletim 145 - [ Íntima poesia... Oração... Por nosso amor... Intolerante ser... 'Feita' do ir e vir... ]









































Oração...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 02/julho/2015

Oração,
Uma atitude,
Um gesto,
A voz d’alma,
Um silêncio,
Um momento,
Reflexão,
O ‘poder’ do Criador,
Um carinho,
Bondade,
Solidariedade,
Oferta,
Partilha,
Reciprocidade,
Gentileza,
Afeto,
Desprendimento,
Compaixão,
Benevolência,
Para com o outro,
Para consigo,
Pela paz,
Pela saúde,
Pela harmonia,
Pela união,
Das pessoas,
Dos povos,
Pela cura,
Do corpo,
Do espírito,
Pelo amor,
Que equilibra o viver,
Ao planeta.



















Por nosso amor...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 29/junho/2015

Prometa-me sinceridade,
Jura-me dizer sempre a realidade,
Que seja solene este nosso pacto,
Que exista em ti e em mim o mesmo gostar;

Faz-me sempre em ti acreditar,
Para assim de ti jamais duvidar,
Que em nós não paire o questionar,
Nem o desconfiar que seja dos teus sentimentos;

Dizes-me tudo com transparência,
Sempre com gestos de confiança,
Façam-se as palavras expressas em segurança,
Para assim não temer das tuas emoções;

Oferta-me a coragem e a clareza,
Diz-me sem medo sempre a verdade,
A sensação real da mão amiga e sincera,
Nas alegrias, muito mais nas tristezas;

Prometa-me sinceridade,
Oferta-me a coragem e clareza,
Faz-me sempre em ti acreditar,
Dizes-me tudo com transparência;

Jura-me dizer sempre a realidade,
Sempre com gestos de confiança,
Diz-me sem medo sempre a verdade,
Para assim de ti jamais duvidar;

Que seja solene este nosso pacto,
Que em nós não paire o questionar,
Façam-se as palavras expressas em segurança,
A sensação real da mão amiga e sincera;

Que exista em ti e em mim o mesmo gostar,
Nem o desconfiar que seja dos teus sentimentos,
Para assim não temer das tuas emoções,
Nas alegrias, muito mais nas tristezas.



















Intolerante ser...
[ Dueto ]
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
e
Manoel Lúcio de Medeiros – Poeta Malume®
Concebida entre: Piracicaba e Fortaleza, 29/junho/2015

O ser humano, este ser que hoje se consome em seus erros,
Já não mais busca se redimir naquilo que hoje falha,
Faz-se de certo onipotente, um falso deus a si mesmo,
Destituiu-se das suas crenças, por fim ignora a própria Fé;

Abandona aos seus princípios e prefere assim viver pelo avesso,
Crê de pronto que agora o certo é o errado e o errado é o certo,
Faz por contrariar aos padrões morais e espirituais ofertados por Deus,
E se não bastasse no final ainda quer ter plena razão sobre o seu ato;

O ser humano, este ser que hoje se consome em seus erros,
Profana ao seu ‘templo’, desequilibra ao seu viver, d’outros,
Não entende mais a necessidade da maturidade espiritual,
‘Alimenta-se’ apenas dos regalos da vida, sem entender de limites;

Quebra regras envolto no prazer, profana ao seu corpo sagrado,
Não mais entende que foi criado a imagem e semelhança do Criador,
Na eternidade estará diante ‘deste’ que irá folhear ao seu Livro da Vida,
Tarde será o esquecer, o acerto de contas será indubitável na hora do Juízo Final.



















‘Feita’ do ir e vir...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 24/junho/2015

Eu sou ‘feita’ dos muitos ir e vir,
Dos fragmentos de tudo que é vivo,
Dos cacos de muitos sentimentos,
Dos pedaços de tantas emoções;
Das lágrimas choradas, das escondidas,
Dos risos compartilhados, dos negados,
Da felicidade que não obteve a sua vez;

Eu sou ‘feita’ dos muitos ir e vir,
Das concretas saudades já enraizadas,
Das solidões que ainda insistem permanecer,
De mãos que só lhes cabe o sentir do vazio,
Das sensações que não são mais palpáveis,
Das dores que ficaram no passado que sofre,
Das mesmas dores que persistem no hoje;

Eu sou tudo que busca por se ‘libertar’,
As palavras guardadas em tantas bocas,
As lembranças que se fizeram esquecidas,
A esperança que ainda crê num recomeço,
A vida que não perde a sua beleza, seu viço,
Os pensamentos que não são vencidos pelo tempo,
Tudo que se faz apenas parecer perdido;

Eu sou tudo que busca por se ‘libertar’,
E assim o faço através do papel que se expressa,
Traço seu caminho, sua verdade e compaixão,
Por vezes indignação e repúdio, medo, até nojo,
Também coragem, libertação, peles que se gostam,
Amores que se desfizeram e os que creem na eternidade,
Sendo assim me faço versos, estrofes, ‘nasço’ então, poesia...















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