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sábado, 27 de junho de 2015

Boletim 144 - [ 'Cantar ' e 'versejar'... Insensível... Inesperado gostar... Lembranças d'amor... Amores d'alma... ]


















 

‘Cantar’ e ‘versejar’...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 20/junho/2015

Vivo a ‘cantar’ e a ‘versejar’ a saudade,
Tanto minha como a tua,
‘Liberto’ tudo o que ‘estas’ escondem,
Para que novas se acheguem;

Vivo a ‘cantar’ e a ‘versejar’ a solidão,
Algumas minhas, suas e d’outros,
De certo as que ficam guardadas,
Escondidas, tão escondidas;

Vivo a ‘cantar’ e a ‘versejar’ ao passado,
Lembranças que devemos esquecer,
Situações que nos ferem, até revigoram,
Momentos que se enraízam n’alma;

Vivo a ‘cantar’ e a ‘versejar’ os sentimentos,
Oferto a chance d’um recomeço,
A escolha de olhar para trás e refletir,
O tempo que não retorna, mas insiste;

Vivo a ‘cantar’ e a ‘versejar’ as emoções,
Não importando quais sejam,
Venha com dores, venha com alegrias,
Que seja cada qual ‘falada’ e entendida;

Vivo a ‘cantar’ e a ‘versejar’ a própria vida,
Toda a sua essência, o próprio tempo,
Talvez muitos nem reparem o que faço,
Quem sabe só quando eu mesmo passar;

Vivo a ‘cantar’ e a ‘versejar’ ao próprio viver,
Todos os mistérios, tudo o revelado,
O que os olhos veem e o que lhe é proibido,
Por vezes o sorrir que se perdeu;

Vivo a ‘cantar’ e ‘versejar’...
Saudade – Solidão,
Passado – Sentimentos,
Emoções – A própria vida,
O próprio viver – o meu, de todos...








 









Insensível...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 21/junho/2015

Confiei tanto em ti e para nada,
Foste capaz de me enganar,
Usaste teus falsos sentimentos,
Ofertaste o teu riso sedutor;

Confiei tanto em ti e para nada,
Ouvi de teus lábios só mentiras,
Deixei-me encantar pelos teus olhos,
Pelo descompassar do meu coração;

Esqueci-me da razão pela emoção,
‘Cultivei’ novos sentimentos em vão,
Cansei-me das insinuações e do descaso;

Esqueci-me da razão pela emoção,
Desejei-te de verdade, meu gostar,
Você fez de mim uma brincadeira.

















Inesperado gostar...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 20/junho/2015

Chegaste de certo até mim tão inesperado gostar,
Surpreso convite, quase um flerte para comigo,
Envolto na curiosidade e na gentileza d’outro,
Cá me ‘tocaste’ de leve na pele, muito mais n’alma;

Chegaste de certo até mim tão inesperado gostar,
Foste tamanha sinceridade, quanta transparência,
Fizeste ‘renascer’ cá em mim os sentimentos e emoções,
Fizeste-se como suave perfume vindo d’as orquídeas;

Despertaste a vida que se fazia tão perdida e solitária,
Deste-me sem perceber a chance d’um novo viver,
O brilho aos olhos já tão tristes e chorosos do passado,
Percebi-me flutuar sem ao menos sair do chão;

Despertaste a vida que se fazia tão perdida e solitária,
Em sonhos pude sentir o calor da tua pele aquecer a minha,
Contudo não serei jamais a tua verdade para comigo,
Da mesma maneira que chegaste, o fizeste ao partir.

















Lembranças d’amor...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto d’Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 14/junho/2015

É-se feito de histórias,
Emoções que dão vida,
Saudades que ficam,
As que se vivencia,
As que se perde;

Nos salva a chuva,
Molha-nos o rosto,
‘Liberta’ o passado,
Esconde os segredos,
Leva consigo o gostar;

Pelas ruas segue-se,
Com ou sem lágrimas,
Passos de solidão,
Calores que se esfriam,
Gritos no peito ferido;

É-se feito de histórias,
As que se perde,
Emoções que dão vida,
Molha-nos o rosto,
Saudades que ficam;

‘Liberta’ o passado,
As que se vivencia,
Esconde os segredos,
Com ou sem lágrimas,
Leva consigo o gostar;

Gritos no peito ferido,
Passos de solidão,
Palavras em silêncio,
Gestos que clamam permissão,
O adeus do amor que ‘cala’ n’alma.

















Amores d’alma...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto d’Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 13/junho/2015

Quando criança,
 Nosso amor
Em nosso jardim
Faziam-se nossos pais;

Quando adolescente,
Nosso amor
Em nosso jardim
Faziam-se nossos namoros;

Quando já mais consciente,
Nosso amor
Em nosso jardim
Pouco a pouco se faziam mais seletos;

Quando no despontar da maturidade,
Nosso amor
Em nosso jardim
Fez-se um único e verdadeiro gostar;

Quando no entender da essência da vida,
Nosso amor
Em nosso jardim
Fez-se a pessoa que se escolheu para o caminhar;

Quando o viver se fez reflexão,
Nosso amor
Em nosso jardim
Direciona-se para os filhos, as novas gerações;

Quando agora que a velhice se faz evidente,
Nosso amor
Em nosso jardim
‘Floresce’ com os filhos, quem sabe netos;

Quando se compreende o que é o viver,
Nosso amor
Em nosso jardim
Desmorona, não por medos, mas pela incompreensão;

Quando...
Criança – Adolescente - Adulto,
Nosso amor
Em nosso jardim;

Triste se pensa, o que será ‘dele’?
‘Alimenta-se’ o tempo no ódio,
Na insegurança,
Destruiu-se da paz da poesia;

Tememos a partida,
Não porque se saiba da morte,
Mas pela vida que não tem mais norte,
‘Rouba-nos’ no inverso;

‘Leva’ consigo sem piedade,
Em nosso jardim,
Nosso amor,
Os amores de nossas almas.











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