"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Boletim 127 - [ 'Traiu-me' a emoção... Salve Iemanjá... Livrei-me deste mal... Excitante engano... ]







        

       








‘Traiu-me’ a emoção...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 03/fevereiro/2015



‘Traíram-me’ de certo o silêncio e minhas tolas emoções,
Sorrateiros na calada da tranquila noite ‘estes’ me iludiram,
Trouxeram mais uma vez aos meus olhos a falsa alegria,
Enganei-me da esperança que em mim ainda habita;

‘Traíram-me’ de certo o silêncio e minhas tolas emoções,
‘Apoderei-me’ por algumas horas dos meus sentimentos,
Tudo se fez tão real, tão palpável que nem mesmo duvidei,
Quantas sensações foram revividas, ‘libertas’ da memória;

Por um tempo que se fez quase infinito pura foi-me a paz,
Minha pele tão fria e áspera pode sentir o teu sutil toque,
Um êxtase sem controle em felicidade ‘nasceu’ do meu olhar;

Por um tempo que se fez quase infinito pura foi-me a paz,
Ouvir ao som da tua voz, sentir as carícias, os afetos, o amor...
O sabor dos teus lábios, tamanha paixão, mesmo que tudo seja ilusão.








       


        
Não vá dormir sem ler uma poesia,
'Alimente' com carinho e zelo a tu'alma,
Teu corpo físico certamente lhe agradece.

CeGaToSí® - 05-02-2015

       

       








Salve Iemanjá...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 02/fevereiro/2015


       I mplorei aos Orixás, guias protetores em silêncio por paz e harmonia,
       E ncontrei nas lágrimas 'libertas' dos meus olhos o que tanto clamava,
       M omentos de reflexão, a compreensão que tanto se fazia premente,
       A uxiliou-me a Mãe d'Água com a calmaria das tuas mãos em minha face,
       N a sua meiguice e bondade 'retirou' de minh'alma todas as dores d'amor,
       J ogou aos meus pés conchas como presente de proteção e recomeço,
       Á guas nas quais me ajoelhei em agradecimento e lhe sorri alegremente...








        

       
Eu deveria ter receio e de certo medo das pessoas que me abraçam com falsidade,
Fingem uma felicidade que se faz notar em falsa aparência, para depois apunhalar,
Mas de certo tenho mesmo é pena, um sentimento imenso de piedade, compaixão,
São tão infelizes que o que lhes resta é desejar o mal alheio, pois por dentro são vazias.

CeGaToSí® - 26-01-2015
       

       








Livrei-me deste mal...
[ Dueto ]
Marcio Evair
&
Celso Gabriel de Toledo e Silva - CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida entre: Triunfo e Piracicaba, 30/janeiro/2015



Me destes flores viçosas,
Para que me enganasse aos olhos,
Mas o amor já havia murchado;
Não resta mais em mim a antiga ilusão,
Recebi azuis e brancas rosas,
Para que tanta insistência enfatizar a verdade,
Simbolizando o que havia acabado.

Junto, mandastes fotos nossas,
Não me comove mais o passado que nos uniu,
Impressas num belo quadro;
De certo o tempo fará delas amareladas,
Resta um peito em brasas -
'Este' não lhe preocupa, para que mesmo...
Tu nunca entendestes meu lado:

Bastava afeto, carícias largas -
Tão simples e tão pouco recebi o que lhe pedi,
Assim queria ser presenteado;
Ganhei enfim o teu adeus, tiveste piedade,
Restarão lembranças rasas,
Haverá uma parcial alforria, por hora bastará,
De mais um amor inacabado.








       

       
Consciência é o mínimo,
O máximo é a honradez de assumir,
Contudo o melhor é não praticar,
Tão pouco ser cópia da cópia d'outra cópia...
Humildemente, encarecidamente,
Não use "cerol" na linha de sua 'pipa',
Não faça da alegria e diversão a arma d'um crime...

CeGaToSí® - 29-01-2015
       

       








Excitante engano...
[ Dueto ]
Marcio Evair
&
Celso Gabriel de Toledo e Silva - CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida entre: Triunfo e Piracicaba, 27/janeiro/2015


Tua boca pretensiosa, em fomentação,
Faz-se provocante e em silêncio me seduz,
Eriça meus pelos e vasculha meu sexo;
Faz-se tal qual cativante, contudo, 'louca' amante,
Explora meu corpo, acarretando rebelião,
'Explodimos' em êxtase e delírios feitos
De dois iguais corpos em anexo.

Após a descoberta, a combustão,
Calor, excitação, desejos que se 'libertam',
E bruscos movimentos sem nexo.
Corpos que se encontram e se 'perdem',
Logo atingimos o ápice e exaustão - 
Olhos nos olhos, vastidão de pensamentos,
Teu lábio, ao meu, permanece conexo.

Ao despertar, planto a interrogação:
Seremos permanentes ou mera aventura?
Irás acolher meu afeto complexo?
Enganar-me-á de certo este pobre coração,
Vejo um grande não na tua expressão;
'Morro' depois desta noite no calor deste abandono,
Te assisto partir, assustado e perplexo.








       

       




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