"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sábado, 5 de setembro de 2015

Boletim 154 - [ Grande segredo... Findou-se a saudade... Impossibilidade... Brasil de brasileiros... Não sou o único... Instante... Nas 'mãos' d'água... ]

















Grande segredo...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 03/setembro/2015


Há momentos que não se faz compreensível o gostar,
‘Este’ se aproxima sem que se perceba e se instala,
Faz-se uma sensação de momento como outra qualquer,
Mas se a pessoa se permitir, pouco a pouco cria raízes;

Manifesta-se no corpo, de dentro para fora, depois n’alma,
Produz comichões, desejos, emoções e por fim o sentimento,
É como se ‘brotasse’ na pele, um arrepio de prazeres,
Brilham aos olhos, ilumina-se o sorrir, contagia;

Quem sabe seja este o grande segredo do viver, não entender,
Contudo vivenciar far-se-á necessário, um crescimento,
Se já trazemos aprendizados, que se esteja preparado para outros;

Quem sabe seja este o grande segredo do viver, não entender,
Encarar com intensidade, mas sempre consciente dos limites,
‘Dar vida’ a vida para que seja um ‘mar’ de alegrias onde as ondas seja o amor.


















Findou-se a saudade...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 02/setembro/2015


A pouco apunhalei ao meu coração,
‘Matei’ a saudade esta maldita,
Agora não mais me fará sofrer,
Deixou-me de vez, foi-se embora;

A pouco apunhalei ao meu coração,
Enfim o fim da minha tristeza,
Não mais ‘roubará’ minha felicidade,
Não haverá mais ao que temer;

Mais forte foi o som da minha voz,
‘Libertei-me’ das dores e das lágrimas,
Meus olhos não mais choram;

Mais forte foi o som da minha voz,
Se ficaram ainda resquícios da saudade,
De certo serão boas lembranças d’amor.


















Impossibilidade...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 01/setembro/2015


Estivemos tão próximos,
Quantos desejos e sensações,
Olhos nos olhos,
Lábios quase com lábios,
Contudo, fomos tão distantes,
Não haveria outra escolha,
Ficar em silêncio,
Foi a melhor atitude,
Refletir das emoções,
Entender aos sentimentos,
Compreender quem sabe...
O que a vida nos faz,
O que a vida nos oferta,
O que a vida nos ‘proibi’,
O que a vida nos ensina,
O que a vida nos prepara,
O que a vida nos tira,
O que esta mesma vida compartilha,
Aceitar através da razão o que nos cabe,
Muito mais o que não é permitido,
Muito mais quando...
Vivencia-se ao gostar,
Seja este presente,
Seja este ausente,
Seja este permitido,
Seja este não admitido,
Ainda mais quando,
Do gostar ‘nasce’ o amor,
Verdadeiro,
Sincero e puro.


















Brasil de brasileiros...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® – Arquiteto de Almas® – Poeta dos Sentimentos®
Piracicaba, 03/setembro/2015


Pátria seja a qual for sempre será Pátria,
Seja quando nos ocorre o tempo de crise,
Que solicita de cada qual a sua parte,
Seja quando do tempo da boa ventura;

Acolhe-nos a Terra, o céu, o ar do Brasil,
Apesar de tantos desmandos que País rico,
Rico de pessoas solidárias, amigas, tantas belezas,
Natureza exuberante que tanto nos oferta;

Praticamente nada pede de ‘seus filhos’,
Espera o mínimo, respeito, união e honestidade,
Exemplos que se fazem perdidos, mas não ceifados;

Praticamente nada pede de ‘seus filhos’,
Cabe a você, ao outro e ao outro, a todos,
Zelar, honrar, dignificar ao teu nome Brasil.


















Não sou o único...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 02/setembro/2015


Quando me sinto só,
É como se morresse,
Sufocado de mágoas,
Meu coração cansado;

Lembranças impiedosas,
Emoções tão ‘castigadas’,
Sentimentos ‘feridos’,
Solidão d’alma;

Num egoísmo louco,
Chego a blasfemar,
Tenho ódio ao mundo,
‘Calam-me’ as palavras;

Nada se faz lucidez,
‘Liberto’ lágrimas por paz,
Disfarço, se preciso um sorrir,
Quando me sinto só...

















       

Instante...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 02/setembro/2015


‘Abraça-me’ forte solidão,
‘Aquece-me’ em lhe suplico,
Sou mera luz d’uma vela,
Chamas de perdidas saudades;

‘Abraça-me’ forte solidão,
‘Liberta’ cá o meu gostar,
Dá-me o sopro do viver,
Dá-me as emoções da pele;

Desfazes as amarras do passado,
Retira do peito o punhal do desamor,
Cicatriza as dores d’este meu amar;

Desfazes as amarras do passado,
Devolve-me mesmo que por piedade,
Um instante que seja ao meu sorrir.

















         

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   "Peço que me perdoem as pessoas, mas não poderia deixar passar em branco esta imagem, por mais dolorida que seja. Não 'cabe' em minh'alma tamanha atrocidade. Se cada qual ceifar em si a sua humanidade, não haverá mais sentido a nossa existência neste planeta.
. . . . . . . . . . . . . . . 

Nas ‘mãos’ d’água...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 05/setembro/2015


O quanto vale uma vida que nem sequer pode se defender?
Um ser que ainda nada entende da maldade dos adultos,
Que a seu modo apenas saber rir, chorar, pedir e observar,
Que de tão dependente nem do seu existir é capaz de discernir;

O quanto vale uma vida que nem sequer pode se defender?
Ninguém terá a resposta a ofertar, pois se faz perdido o amor,
De certo é essencial o individualismo, o ser egoísta e nada mais,
Cada qual por si, se eu viver e o outro não, melhor assim será;

Abandonar uma criança na beira da praia nas ‘mãos’ d’água,
Será que ainda com vida, ou já ‘liberta deste’ malefício,
‘Liberta’ desta atrocidade que se diz e se pratica fanatismo,
Como pode e o que é este, isto, de que desumanidade veio?

Abandonar uma criança na beira da praia nas ‘mãos’ d’água,
Como é possível alguém assim dignar-se a dizer de si e d’outros,
Dizer e bradar, ‘bater’ no peito com orgulho: eu sou ser humano,
Humano é sim este ser inocente que ofertou sua vida em exemplo.












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