"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sábado, 29 de agosto de 2015

Boletim 153 - [ Dois tempos... Derradeira liberdade... Beleza d'alma... Preço a pagar... Circo... ]








 









[ Poemagem – Poesia que ‘nasce’ da imagem ]
Dois tempos...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 29/agosto/2015



Entre o colorido das flores lilases e a janela de vidro quebrado,
Um olhar quase perdido, indefinido entre a tristeza e o vazio d’alma,
Jovem bela que espera de si e do tempo que a vida seja mais suave,
‘Perde-se’ no aguardar das boas notícias que lhe devolvam o sorrir;

Lhe salva de certo ainda a esperança e o vicejar da natureza,
Oferta momentos de lucidez e desejos que não se fazem perdidos,
Por certo ainda não se findaram todas as emoções que pulsam,
Muito menos os sentimentos que buscam pela sua libertação;

Entre o colorido das flores lilases e a janela de vidro quebrado,
Dois tempos, um de clausura, outro de intensa liberdade,
Anseiam pela melhor decisão, pelo discernir da razão;

Lhe salva de certo ainda a esperança e o vicejar da natureza,
Mas ‘esta’ é perene, contudo renova-se constantemente,
Contudo, nem sempre o ser humano se permite a este entendimento.



















Derradeira liberdade...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 27/agosto/2015


O que de certo me acompanha é um imenso vazio,
Uma espera por notícias suas que me ‘curem’ n’alma,
Devolvam ao meu rosto e olhos a alegria do sorrir,
Encontre quem sabe a paz que se faz tão perdida;

Não sei mais entender, tão pouco explicar o que sinto,
Desfiz-me em fragmentos que não mais se unem,
Perdi-me em meus pensamentos, na falta das emoções,
No conflito dos sentimentos hoje a beira do caos;

São tantas as decisões, as atitudes, as escolhas que me cabem,
Revolvo-me em medos, a falta da coragem, amiga insegurança,
Enclausurei-me do passado, da solidão que se enraizou em mim;

Falta-me o rumo a escolher apesar de saber o destino a seguir,
Metade de mim é livre, metade vive prisioneira da saudade,
Só quando conseguir a derradeira liberdade serei capaz de ser eu.




















Beleza d’alma...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 23/agosto/2015


Há tanta beleza d’alma em ti,
Não sou eu quem diz, faz-se visível,
Falo da tua serenidade que se faz emanar,
Desta paz contagiante em teu olhar;

Da meiguice destes teus olhos,
Da naturalidade deste teu sorrir,
Da tranquilidade que oferta,
Tens aura límpida d’um anjo;

Há tanta beleza d’alma em ti,
Expressa tamanha ‘docilidade’,
Cativas naturalmente;

Hipnotiza com o teu carinho,
És Luz, de certo a mão amiga,
És benção, dádiva do puro amor.



























Preço a pagar...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 29/agosto/2015



Depois de tanta ilusão,
Esperança que nem imaginava,
Lamentos quase 'calados',
Fizeste reacender ao passado;

Não sei mais discernir,
Se és um lenitivo d'alma,
Se és um suave veneno,
Serei vida ou morte em teus braços;

Seja qual for a resposta,
De nada adiantará,
Já conheço bem a sentença;

Mais cedo ou tarde aconteceria,
Nada sai ileso na vida e no amor,
Teremos cada qual o nosso preço a pagar.






























Trabalho do artista plástico Marcelo Romani Borges de Araujo





[ Poetura – Poesia que ‘nasce’ da pintura ]
Circo...
Celso Gabriel de Toledo e Silva - CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas® - Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 29/agosto/2015



Magia que nunca nos abandonará,
Não importa a idade que se ‘carregue’,
Tão pouco o tempo que se faça contagiar,
Será imediata a sua reação e intransferível;

De nada importa a sua simplicidade ou imponência,
A grandiosidade ou quem sabe uma lona maltrapilha,
Todas as alegrias são ‘libertas’ e sem temores,
Todas as tristezas se unem, mas não vencem ao fascínio;

Hoje tem espetáculo? Tem sim senhor...
Seja para o brilho dos olhos que se emocionam,
Seja para a pureza do coração que se faz infantil;

Mistérios dentro e fora do picadeiro e na mente,
Coragens alheias, desprendimento em prol d’artes,
Emocionar as pessoas mesmo que em si resida forte dor.






















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