"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Boletim 113 - [ Sangra-me... Abençoada natureza... Divinas lágrimas... Você e eu... ]






 






Sangra-me!...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 26/setembro/2014



 Sangra-me o peito em silêncio,
Feriu-me o espinho da paixão,
Rasga-me fundo na pele d’alma,
Exaure-me na pele do corpo;

Sangra-me o peito em silêncio,
Perco-me nos sentimentos que afloram,
Sucumbo-me nas emoções perdidas,
Nutre-me impiedosa a saudade;

‘Abraça-me’ a saudade em compaixão,
Libertam-se em mim as dores através de meus olhos,
Fazem-me respirar em prol da razão;

‘Abraça-me’ a saudade em compaixão,
Sobreviverei eu sei, renascerei fortalecido,
Haverá certamente um novo caminhar em paz...













Abençoada natureza...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 28/setembro/2014



 Por horas segui triste e cabisbaixo no meu desorientado caminhar,
Perdido com certeza estava, já nem sabia dizer onde, e nem porque,
Não seguia sem rumo e sem destino sozinho, acompanhava-me o passado,
Companheiras invisíveis faziam-se perturbar o meu pensar;

Por horas segui triste e cabisbaixo no meu desorientado caminhar,
Não conseguia ver a beleza a qual a minha volta se esforçava por se mostrar,
Estava ‘carregado’ pela mágoa, pela dor, muito mais pela saudade,
Meus passos já cansados, tão pouco meus olhos não me pertenciam;

De repente ao sair d’uma curva de chão batido entreteve-me um azul no distante,
Conforme seguia em sua direção soprou-me uma brisa a qual sutilmente me ‘abraçava’,
Como se enfeitiçado estivesse por aquela cor sentia ‘tocar-me’ a paz de espírito;

De repente ao sair d’uma curva de chão batido entreteve-me um azul no distante,
Quanto mais próximo me fazia lágrimas de felicidade libertavam-se em minha face,
Renascia em minh’alma a vida já perdida, graças ao Criador através da abençoada natureza.













Divinas lágrimas!...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz®- Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 29/setembro/2014



 Ao pé da cruz contemplo em respeito, porém vivo a buscar por respostas,
Como foi possível que o próprio semelhante permitisse tamanha blasfêmia,
Não fora capaz de ‘ouvir’ a voz da razão, apenas a efêmera emoção,
Julgar pelo olhar d’outros sem ao menos conhecer ou entender;

Ao pé da cruz contemplo em respeito, porém vivo a buscar por respostas,
Se em seu viver terreno pregou e ofertou harmonia e paz, solidariedade,
Por que então sofrer tanto por este amor incondicional e inquestionável?
Não já haveria então nos corações nenhum sentimento que fosse abençoado?

Parece-me que em vão tudo foi, perderam-se nos séculos as palavras e ensinamentos,
Sobrevivem, contudo em reserva, com certo medo em alguns poucos corações,
Conturbou-se o mundo e a vida, ‘morre’ será assim o amar puro que nasce d’alma!

Parece-me que em vão tudo foi, perderam-se nos séculos as palavras e ensinamentos,
Fito atentamente o seu semblante, compartilha aos meus olhos um ‘doce’ sorrir,
Como forma de carinho e benção liberta em mim pela face suas Divinas lágrimas...













Você e eu...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: Piracicaba, 11/setembro/2014



 Éramos juntos o mais delicado presente da vida, amizade e amor,
Havia em nós completa harmonia, paz, carinho e um imenso gostar,
Acreditei eu cegamente que tudo isto era pura verdadeira, benção,
Uniram-nos um conhecer inesperado, olhares despretensiosos;

Éramos juntos o mais delicado presente da vida, amizade e amor,
Sentia nas carícias, na pele, que nossas vidas eram um único existir,
Quanto os meus olhos d’alma viram e buscavam sempre o melhor,
Contudo nem sempre via o mesmo brilho em ti, respeitava em vão;

Lentamente e com a minha permissão tudo foi se alterando em nosso viver,
Primeiro usaste a distancia que se fez um empecilho quase corriqueiro,
Depois ofertaste desculpas e mais desculpas para não estarmos juntos,
Fui então aprendendo a conhecer a docilidade da saudade, depois a solidão;

Lentamente e com a minha permissão tudo foi se alterando em nosso viver,
Já não ‘saboreava’ mais o riso que em nós havia, tão pouco em ti, calei-me em dor,
Conheci sim foram às lágrimas da tristeza e do silêncio, amigas cruéis,
Hoje não sou nada sem ti, ‘morro’ em vida, antes éramos Você e eu...






 



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