"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Boletim 105 - [ A vida e as suas emoções...Entardecer... A chuva na calma da noite... Saboroso veneno... ]














A vida e as suas emoções...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: 28/julho/2014

Há raros momentos que a vida nos contempla com fortes emoções,
Faz-nos perceber quanto ínfima é a existência, uma centelha,
Faz-nos compreender que a amizade deve ser verdadeira e límpida,
Não importa o seu credo, a sua cor, conta mesmo a beleza da su’alma;

Há raros momentos que a vida nos contempla com fortes emoções,
Seja pelo riso alegre ou nervoso da conquista, do merecimento, da vitória,
Seja pelas lágrimas da despedida final, da ausência temporária,
Muito mais pela chance d’um reencontro mesmo que breve, da paz compartilhada;

Seja mais pelas sensações absorvidas, vivenciadas na pele, pura felicidade,
Muito mais pelos sentimentos que são libertos, pelo renascer dos bons atos,
Pela Fé que nunca desaparece, pela mão amiga sem interesses ou malefícios;

Seja mais pelas sensações absorvidas, vivenciadas na pele, pura felicidade,
Serão lembranças, atitudes, gestos que ficarão registrados na memória,
Serão verdades conquistadas que nada na vida nos roubará, irão para a eternidade.











Entardecer...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: 26/julho/2014

Faz-se tão distante aos olhos a caminhada, ainda mais quando se está só na jornada,
Percebe-se que os passos não serão suficientes para alcançar o pouso, a acolhida,
Contudo apenas aparenta, ainda brilha forte o sol que ilumina o caminho em plena paz,
Cantam os pássaros orientando, cantam em ajuda e por saber que se conseguirá chegar;

Faz-se tão distante aos olhos a caminhada, ainda mais quando se está só na jornada,
As curvas aparentam não mais ter fim, consola e encanta a natureza companheira,
Cria a plenitude que a beleza da vida esta na simplicidade, no que os olhos d’alma veem,
Sente-se então que se é parte do todo a sua volta, do universo, deste espetáculo do viver;

De repente um olhar para trás, vê-se toda a distância percorrida, ali adiante a recompensa,
Absorvem-se os aromas, libertam-se as memórias do lugar, do vivenciado, felicidade,
Novas forças são descobertas e os passos antes cansados revigoram-se;

De repente um olhar para trás, vê-se toda a distância percorrida, ali adiante a recompensa,
Emoções e sentimentos apropriam-se do corpo, fazem-se evidentes nas lágrimas,
És visto ao se aproximar, sorrisos, alguém ao teu encontro parte na magia do entardecer.











A chuva na calma da noite...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: 24/julho/2014

Na calma da noite quando da sua hora ouvem-se os sons da chuva feitos benção,
Cai à primeira gota, muitas mais, ‘nutrem’ as folhas, os ramos, o caule, a vida d’árvore,
Chegam ao chão e antes do seu descanso ‘tocam’ a terra que armazena o viver,
Absorve assim a parte que lhe cabe desta água para saciar a sede da natureza;

Na calma da noite quando da sua hora ouvem-se os sons da chuva feitos benção,
As crianças puras de coração encantam-se com a magia do chover e seus raios,
Para nós já adultos, ainda sim maravilhados é o conforto da Providência Divina,
Trás a nós o entendimento da harmonia e do respeito que o Planeta precisa;

Solicita de cada ser a compreensão da sua fragilidade, muito mais da sua conservação,
Um bem de muitas ‘faces’, tanto salva se preciso, como leva consigo o sopro do viver,
Oferta a quem faz jus do seu líquido, contudo também o retira caso falte o merecer,
Pouco ou nada solicita e tanto compartilha, vive em descrédito, em maus tratos;

Solicita de cada ser a compreensão da sua fragilidade, muito mais da sua conservação,
Pede que se lembrem deste bem não apenas na sua falta, mas na abundância também,
Que as pessoas sobre a Terra sejam mais humildes, tolerantes e amorosas,
Preservem-na com unhas e dentes, pois se esta findar perecerá consigo toda a vida.











Saboroso veneno...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: 24/julho/2014

Você que tanto eu pensei que fosse a minha ‘cara metade’,
Nunca aceitaste o meu puro amor, o qual tanto quis lhe ofertar,
Foste capaz do disfarce sem nenhum pudor, mas não da verdade,
Na única vez que foste pessoa sincera relevaste a mim o teu gostar;

Você que tanto eu pensei que fosse a minha ‘cara metade’,
Quis crer que foste as alegrias as quais buscava, mesmo quando houvesse lágrimas,
A mão tão presente, protetora e amiga, muito mais envolvente e amante,
Sonhei muito, contudo quase nada realizei, melhor nada realizamos;

Fomos muito mais solidão, distância, da minha parte saudades quase infindáveis,
Consola-me e ainda insistem as lágrimas que ora me confortam, ora entorpecem,
Refaz-me e me desfaz em emoções, em sentimentos guardados, perdidos;

Fomos muito mais solidão, distância, da minha parte saudades quase infindáveis,
Fui sempre a espera constante mesmo sabendo da fragilidade que nos envolvia,
Vivo em constante romantismo, em pura embriaguez deste teu saboroso veneno.









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