"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

[Boletim 64] - Lembrança... Não Sabes... Quanto gostei de ti...





Lembrança...
Celso Gabriel de Toledo e Silva - CeGaToSí®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: 29/abril/2012 
Não se esqueça,
Dia chuvoso ou frio,
Qualquer que seja o dia,
Não importa...
Uma amizade sincera aguarda,
Pelo calor de um afeto,
Pelo teu sincero abraço...



Não Sabes...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® – Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: 01/junho/2008 
Não sabes quanto é difícil conviver com a constância da tua ausência,
Como é dilacerante a espera que se produz pelo aguardar da tua presença,
As horas que se fazem intermináveis, as quais conspiram contra o meu desejo,
Nem imaginas como em mim o passar do dia insiste em não ter mais fim;

Passa-se assim o tempo em constante rotina, fazendo com que eu cá permaneça,
Capturado lentamente pela solidão das palavras que ainda não ouvi,
Desprezado sorrateiramente dos afetos que ainda meu corpo não sentiu,
Na sombra da noite que só a mim me encobre, mas creio que não sabes;

Cada vez com maior intensidade aos meus pensamentos és mero sonho,
Não minto, eras quando lhe conheci a seiva que minha vida almejava,
A terra fértil na qual minhas raízes se fincaram para crescer,
Enfrentei incertezas, a distancia, meus maiores medos por nossa vitória; 

Fui em busca da última chance de felicidade compartilhada,
Percebi através da ilusão que houve apenas uma sucessão de enganos,
Houve a quebra do cristal que se dizia amor, houve também o perdão,
Não permaneceu da tua parte a sinceridade que ofertei e diz-me que não sabes. 

Não permaneceu da tua parte a sinceridade que ofertei e diz-me que não sabes,
Houve a quebra do cristal que se dizia amor, houve também o perdão,
Percebi através da ilusão que houve apenas uma sucessão de enganos,
Fui em busca da última chance de felicidade compartilhada;

Enfrentei incertezas, a distancia, meus maiores medos por nossa vitória,
A terra fértil na qual minhas raízes se fincaram para crescer,
Não minto, eras quando lhe conheci a seiva que minha vida almejava,
Cada vez com maior intensidade aos meus pensamentos és mero sonho;

Na sombra da noite que só a mim me encobre, mas creio que não sabes,
Desprezado sorrateiramente dos afetos que ainda meu corpo não sentiu,
Capturado lentamente pela solidão das palavras que ainda não ouvi,
Passa-se assim o tempo em constante rotina, fazendo com que cá eu permaneça;

Nem imaginas como em mim o passar do dia insiste em não ter mais fim,
As horas que se fazem intermináveis, as quais conspiram contra o meu desejo,
Como é dilacerante a espera que se produz pelo aguardar da tua presença,
Não sabes quanto é difícil conviver com a constância da tua ausência.




Quanto gostei de ti...
Celso Gabriel de Toledo e Silva – CeGaToSí®
Poeta de Luz® – Arquiteto de Almas®
Poeta dos Sentimentos®
Concebida em: 09/março/2009
Não sabes... Nem sequer imagina o quanto gostei de ti,
Pouco a pouco fiz da tua vida minha essência,
Quis com isto realizar entre nós um mesmo viver,
Acredito agora que assim eu comecei a errar,
Ofertando o amor que não havia retorno;

Havia sem dúvida a cumplicidade entre os seres,
Porém a harmonia não se fazia completa,
Por vezes a sensação de que éramos estranhos era latente,
Você em seu mundo, eu querendo fazer parte do que não me permitia;

Fica-se temporariamente cego quando se vive o sentimento amor,
É o que se crê que ocorre entre as partes que se envolvem,
E assim eu permaneci, envolvo nas tuas características, no teu aroma,
Meus olhos, meu respirar, meu pensar, meu corpo... Entregou-se a ti,
Na minha ingenuidade acreditava que tudo era recíproco, só ilusão;

Sábio ou perverso o tempo uniu-se ao destino e tudo fez se revelar,
Quebrou o cristal com meus sonhos e desnudou a realidade amarga,
Entristeci-me, chorei, negava acreditar, a desilusão era presente e real,
Restou-me recolher os cacos, alguns fragmentos, suportar;

Não há em mim mágoas, tão poucos rancores, abdiquei do passado,
Confesso não ter ainda cicatrizado na pele a saudade que sinto de ti,
Vez ou outra eu me deparo com teu nome sussurrado em meus ouvidos,
São os resquícios ainda indomados entre razão e emoção verdadeiros,
Não lamento, sei que não vencerei, estarás sempre em mim;

Fora mesmo que temporário o furor da tua pele que me cobriu de prazer,
Será mesmo que improvável haver um recomeçar por parte de minh'alma,
Nossos caminhos já foram unidos, não haverá de forma alguma o esquecer,
Não sabes... Nem sequer imagina o quanto gostei de ti...


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