"Aqui se 'vive' e se 'respira' poesia... Faça parte deste espaço, siga-nos...

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

[Boletim 9] - Sentimentos... Meus Próprios Pedaços... Quando o gostar nos aproxima...



Sentimentos...
Celso Gabriel de Toledo e Silva - Cegatosi®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Concebida em: 10/abril/2007



Dos teus lábios sussurros falando do amor chegam aos meus ouvidos,
Com propriedade diz-me à verdade que sei, claramente, seduz-me,
Fazes com que sinta em minha pele o furor que me causa o teu toque,
Governa o meu respirar levando-me ao compasso da tua respiração;

Trazes a minha mente a suave mescla entre fantasia e realidade,
Despoja do meu ser, vaidade, pudores, livra-me dos medos,
Acalenta em meu peito a esperança como doce mel...
Estar ao teu lado e no mesmo caminhar é como absorver gotas de orvalho;

Enfeitiça-me, ora com a tua timidez de criança, ora com tua segurança de amante,
Desarmei-me para ao teu lado descobrir os segredos da vida,
Libertar com isto sentimentos outrora em mim adormecidos,
Alojas-te em mim fazendo morada em meus pensamentos e n'alma;

Dos teus lábios sussurros falando do amor chegam aos meus ouvidos,
Trazes a minha mente a suave mescla entre fantasia e realidade,
Enfeitiça-me, ora com atua timidez de criança, ora com tua segurança de amante,
Ensina-me a conjugar o verbo amar,
Nas tuas mãos encontrar-me no prazer do teu corpo.

. . . . . . . .


Meus Próprios Pedaços...
Celso Gabriel de Toledo e Silva - Cegatosi®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Concebida em: 23/maio/2004



Acredito sobreviver de palavras inúteis,
Não produz em você nenhum significado,
Meus desejos e pensamentos seguem na tua direção,
Porém não chegam ao seu destino derradeiro,
Perdem-se no caminho, na frieza das tuas emoções;

São palavras carregadas de sentimento e verdade,
Partes libertas do meu corpo em sutil transparência,
Sensações nas quais procuro contar o quanto eu lhe desejo,
Quanto desejo descobrir teus mistérios, um pouco da tua vida,
Quanto desejo absorver deste teu jeito meigo e carinhoso;

Saborear com a um bom vinho deste teu sorrir que me enfeitiça,
Este brilho que há em teus olhos, me hipnotiza,
Provar estes lábios que me provocam fantasias, delírios,
O som da tua voz em meus ouvidos ofertando paz a minh'alma,
Acreditar que meus sonhos qualquer dia se tornarão doce realidade;

A vida faz bem o seu papel, engana-me através das minhas próprias palavras,
Rouba-me dia e noite da minha própria realidade,
Faz-me parte da tua realidade a qual não tenho permissão de descobrir,
Assim continuo a fazer do meu gostar uma mostra inútil de verdades,
No aguardo que você acredite ser real o que sinto e não as mentiras que imagina.

. . . . . . . .


Quando o gostar nos aproxima...
Celso Gabriel de Toledo e Silva - Cegatosi®
Poeta de Luz® - Arquiteto de Almas®
Concebida em: 09/julho/2003


Quem não tem medo dos seus sentimentos que diga a primeira palavra,
A cada situação a qual somos testados, vez ou outra falhamos ao discernir,
A pessoa que cruza o nosso caminhar e as suas afinidades nos aproximam,
Somos tomados pelo desejo do conhecer, pelo medo do gostar, envolver-se;

Em partes sabemos ser insegurança, cada qual de si bem sabe,
Sabemos ser prudentes também, muitos em demasia,
Confessamos haver coragem, mesmo que haja a dor,
O novo ora aproxima, ora afasta;

Felizmente nem sempre sabemos onde nossos desejos podem nos levar,
Quando isto acontece não somos de nós senhores para respondermos,
Emoções desgovernam a mente e a razão,
Quem sabe ficará a culpa ou o prazer sem solução;

Mas quem somos nós! Quem pode me responder?
O destino é a balança da vida, vivemos ao soprar do vento,
Ora estamos em pé! Impávido colosso,
Ora estamos derrotados, só desilusão;

Caberá a nós risos ou lágrimas,
Caberá a nós a alegria do descobrir,
Arcar com todas as conseqüências,
A vida nos manipula ou nos compartilha?

Mesmo assim com todos os temores vamos adiante buscando provar,
Saborear esta bebida que nos vicia, trás o gostar...
Consigo o riso, a alegria, a dor, o prazer, o medo, a felicidade,
Mesmo que seja doce ou amargo demais.
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